Assim é. Já conta tempo que
cutuco meus parceiros pensabundos a registrar achismos talhados no recente. Não
fizeram ânimo. Andam enxergando esse um mundo na lente suja do desalento. Pudera.
Ano que passou foi de boca encurvada pra baixo na tristeza da pura. Só assunto
ruim não querendo virar letras. Política pequena deitando estragos grandes.
Mas cá sento resistência, pois se
não é a palavra pra repisar esse caos e essa lama, as gentes acabam afundando
pé na desalegria.
Estamos de volta nessa nuvem cinza que é
presente. O amanhã é sol ou trovoada. Depois de amanhã, haja vento que resolva
em brisa, pois há gente muita que precisa.