terça-feira, 23 de maio de 2017

sobre a volta e mais nada

Assim é. Já conta tempo que cutuco meus parceiros pensabundos a registrar achismos talhados no recente. Não fizeram ânimo. Andam enxergando esse um mundo na lente suja do desalento. Pudera. Ano que passou foi de boca encurvada pra baixo na tristeza da pura. Só assunto ruim não querendo virar letras. Política pequena deitando estragos grandes.

Mas cá sento resistência, pois se não é a palavra pra repisar esse caos e essa lama, as gentes acabam afundando pé na desalegria.

Estamos de volta nessa nuvem cinza que é presente. O amanhã é sol ou trovoada. Depois de amanhã, haja vento que resolva em brisa, pois há gente muita que precisa.